
Faz-me teu de novo. (...)
Fala, diz que soubeste logo, que eu seria assim.
Que amaria o amor, diz que sou o teu único amor, podes dizer-me isso? (…)
É isso que deves dizer-me.
Quando deixamos de dizer e fazer, quando deixamos de procurar, encontrar e agarrar, então há desperdícios, que não voltam a ser cobertos de novo, vai tudo na torrente, na força do nada a que nos entregamos.
Não te envergonhes (…)
Procura-me de novo.
9 comentários:
Que esse silêncio nunca se faça sentir Luis... ambos sabemos por experiência que quando calamos o fim se avizinha.
Gosto-te muito!
É Luís, quem ama volta atras,não se envergonha disto.Muito belo o que escreveu.Um grande a beijo a ti
pOSSO COLOCÁ-LO MO MEU CANTINHO DE AMIGOS?
Todo apelo vale a pena, se o afeto é tamanho!
Beijos pra ti!
Quando se apela ao inicio de uma rendição todos os caminhos são válidos.
Espero que procure porque tu és lindo!
Bjo Luís
Mimo-te
"(...)então há desperdícios (...)". É isso.....!!!
Abraço
Paulo
PS: Fez-me bem esta visita.
Um texto lindo... Cheio de sentimento...
Bom domingo...
Vim aqui e adorei os momentos maravilhosos. Jinhos mil.
Postar um comentário