
Faz-me teu de novo. (...)
Fala, diz que soubeste logo, que eu seria assim.
Que amaria o amor, diz que sou o teu único amor, podes dizer-me isso? (…)
É isso que deves dizer-me.
Quando deixamos de dizer e fazer, quando deixamos de procurar, encontrar e agarrar, então há desperdícios, que não voltam a ser cobertos de novo, vai tudo na torrente, na força do nada a que nos entregamos.
Não te envergonhes (…)
Procura-me de novo.